Effect 11,475.
Superconductive theory in the Graceli categorical system.
The electrical resistance drop with temperature drop varies from isotopes to isotopes, as well as other phenomena and corelation energies.
Where an integrated and categorical Graceli system is formed.
As well as the rhythm, velocity and flow of seams are variational and categorical.
However, the electrons do not freeze to absolute zero, that is, it varies from materials to materials. And energies for energies.
That is, the fall will depend on the types and potentials of the isotopes, their atomic number, their physical state and potential for transition of energies and phenomena, and according to categories of Graceli.
And specific states for structures, transitions, phenomena and energies, electrostatic potential, interactions and transformations.
SC = pi, PE, El, [pTEMRLD] [pI] [pF] [cG]. = C [sc], [sf] [ptffef].
superconductor = isotope potentials, electrostatic potential, bonding energy,
disorder, interactions, transformations, dynamics and fluxes of quantum anisotropies and dilations in materials according to types and potentials of isotopes, of energies, phenomena and according to categories of Graceli. with variations on superconductivity, superfluidity, and potential transitions of phases and types of physical states, and Graceli states of energies and phenomena.
ditdfdaq [cG] = [pTEMRLD] [pI] [pF] [cG]. = c [sc], [sf] [ptffef].
[pTEMRLD] [pI] [pF] [cG].
potential of transformation and interactions of thermal, electricity, magnetism, radioactivity, luminescence, dynamics, POTENTIAL OF ISOTOPES, potential of phenomena [tunnels, conductivities, Graceli phase transitions of energies and structures, quantum potential, electrostatic, entropies, and others], and categories of Graceli.
Trans-intermecânica categorial Graceli transcendente e
indeterminada, para:
Efeito 11.475.
Teoria supercondutora no sistema categorial Graceli.
O caimento de resistência elétrica com o caimento de temperatura
varia de isótopos para isótopos, como também outros fenômenos e energias
corelacionadas.
Onde se forma um sistema integrado e categorial Graceli.
Como também o ritmo, velocidade e fluxos de caimentos são
variacionais e categoriais.
Porem, os elétrons não se congelam a zero absoluto, ou seja, varia
de materiais para materiais. E energias para energias.
Ou seja, o caimento vai depender dos tipos e potenciais dos
isótopos, de seu número atômico, do seu estado físico e potencial de transição
de energias e fenômenos, e conforme categorias de Graceli.
E estados específicos para estruturas, transições, fenômenos e
energias, potencial eletrostático, de interações e transformações.
SC = pi, PE, El, [ pTEMRLD][pI] [pF] [cG].=
c[sc],[sf] [ptffef].
supercondutor = potenciais
de isótopos, potencial eletrostático, energia de ligação,
desordem, interações, transformações, dinâmicas
e fluxos de dilatações e anisotropias quântica em materiais conforme tipos e
potenciais de isótopos, de energias, fenômenos e conforme categorias de
Graceli. com variações sobre condutividades supercondutividades., superfluidez,
e potencial de transições de fases e tipos de estados físicos, e estados
Graceli de energias e fenômenos.
ditdfdaq [cG] = [ pTEMRLD][pI] [pF] [cG].= c[sc],[sf] [ptffef].
ditdfdaq [cG] = [ pTEMRLD][pI] [pF] [cG].= c[sc],[sf] [ptffef].
[ pTEMRLD][pI] [pF] [cG].
potencial de transformação e interações térmica, eletricidade, magnetismo, radioatividade, luminescências, dinâmicas, POTENCIAIS DE ISÓTOPOS, potencial de fenômenos [tunelamentos, condutividades, transições de fases Graceli de energias e estruturas, potencial quântico, eletrostático, entropias, e outros],e categorias de Graceli.
Um metal a temperatura ambiente tem resistência elétrica pequena mas não nula. Quando a temperatura baixa a resistência do metal também diminui. Que acontece se a temperatura baixar tanto que se aproxime do zero absoluto? Essa questão foi muito debatida no início do século vinte.
O holandês Heine Kammerlingh-Onnes achava que a resistência deveria diminuir cada vez mais, chegando a zero no zero absoluto. Ele achava que as vibrações dos átomos do metal, que dificultam o deslocamento dos elétrons e causam a resistência, deveriam cessar no zero absoluto. Nesse caso, a resistência elétrica cairia a zero gradualmente.Já Lord Kelvin previa que os próprios elétrons deveriam se "congelar" no zero absoluto. Assim, a resistência elétrica na temperatura zero seria infinita. Para resolver esse debate só medindo a resistência dos metais em baixíssimas temperaturas. | Heine Kammerlingh-Onnes |
Ninguém melhor para isso que o próprio Onnes que dispunha do melhor laboratório de baixas temperaturas do mundo na época. Ele conseguira liquefazer o gás hélio em 1908, atingindo temperaturas abaixo de 4 graus absolutos.NOTA: hoje dizemos 4 Kelvins ( e não 4 graus Kelvin). A escala absoluta de temperaturas homenageia o velho Lord. Só que, no caso do debate sobre a resistência a zero Kelvins, o inglês errou feio. |
Kammergingh-Onnes, trabalhando em seu laboratório em Leiden, começou então a medir a resistividade de metais em baixíssimas temperaturas. De início, o metal escolhido por ele foi o mercúrio que tinha a vantagem de poder ser altamente purificado. O resultado da experiência foi surpreendente. Ao atingir 4,2 Kelvins a resistência elétrica do fio de mercúrio caiu subitamente a zero! Não foi caindo gradualmente, como pensava Onnes, nem foi para infinito, como queria Kelvin. Como o próprio Onnes disse: "o mercúrio a 4,2 K entra em um novo estado, o qual, devido a suas propriedades elétricas, pode ser chamado de estado de supercondutividade".Esse resultado foi apresentado por Onnes em um artigo publicado em uma revista científica holandesa em Maio de 1911, com o título "Sobre a variação da resistência elétrica de metais puros em temperaturas muito baixas. O desaparecimento da resistência do mercúrio". | ![]() |
Nos anos seguintes, esse fenômeno - a supercondutividade - foi verificado em vários metais e ligas mas, sempre, em temperaturas muito baixas. Essa limitação frustrante só foi vencida muitos anos depois, em 1986, como contaremos mais adiante. Uma explicação teórica para a supercondutividade também demorou muito a ser encontrada. Só em 1957, John Bardeen, Leon Cooper e Robert Schrieffer propuseram uma teoria (a Teoria BCS) que explicava satisfatoriamente o fenômeno. Segundo ela, os elétrons do supercondutor formam "pares" que podem se mover pela rede cristalina do metal sem impedimentos. Por essa teoria, Bardeen, Cooper e Schrieffer ganharam o prêmio Nobel de 1972. John Bardeen, um dos maiores físicos teóricos desse século, já havia ganho o Nobel de Física em 1956 pela invenção do transistor. Ele foi, até hoje, o único a ganhar dois Prêmios Nobel de Física. |
Um supercondutor caracteriza-se por dois efeitos:
a) O material não apresenta nenhuma resistência elétrica (R = 0).
b) O campo magnético dentro do material é zero (B = 0).A segunda condição é o chamado Efeito Meissner, descoberto em 1933 por W. Meissner e R. Ochsenfeld. Supercondutores que apresentam um completo efeito Meissner são ditos do tipo I. Esses supercondutores são, não apenas condutores perfeitos, mas também, diamagnéticos perfeitos.
A demonstração clássica do efeito Meissner consiste em fazer um ímã permanente flutuar sobre a superfície de um supercondutor. As linhas do campo magnético são impedidas de penetrarem no supercondutor e tomam uma forma semelhante a que teriam se houvesse outro ímã idêntico dentro do material supercondutor (ímã "imagem"). Dessa forma, o ímã sofre uma repulsão que compensa seu peso e "levita" sobre o supercondutor. | ![]() |
Na ilustração ao lado, vemos um ímã flutuando sobre uma cerâmica supercondutora colocada em nitrogênio líquido. Esse tipo de material fica supercondutor a temperaturas da ordem de 90 K e, por isso, é considerado um material supercondutor a altas temperaturas. | ![]() |